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A diabetes tem cura?

26/03/2018  |  Por Helio Matos

O diabetes tipo I, tipo II e o diabetes gestacional, apesar de parecer para a grande maioria da população como uma doença da vida moderna , não o é, neste caso, infelizmente, o modo de vida moderna está apenas contribuindo para o aumento da doença entre a população mundial.

O diabetes ou a diabetes, tanto faz um termo como o outro, os dois estão corretos, e, apesar da doença parecer para muita gente como uma patologia da vida moderna ela é historicamente antiga, principalmente a diabetes tipo I, mais conhecida como diabetes congênita ou genética. Ela pode se apresentar desde o nascimento da criança até a vida adulta, e um fato é certo, infelizmente, mais cedo ou mais tarde essa patologia congênita vai se apresentar na vida da pessoa que à possui.

Diabetes congênita Tipo I

O Diabetes Tipo I é um tipo de patologia auto-imune, ou seja, essa afecção não procede devido a dificuldades com a metabolização dos alimentos ou devido à idade da pessoa afetada pela afecção. Como está exposto no início da matéria, este tipo de diabetes, normalmente pode se apresenta desde o nascimento da criança até a vida adulta.

Quando uma pessoa nasce com a diabetes congênita, enquanto o pâncreas não for atacado pelo próprio organismo de defesa natural do corpo, ele produz normalmente a insulina necessária à queima do excesso de açúcar no sangue. Como a doença é congênita, neste caso, auto-imune, de repente, o sistema de defesa natural do organismo detecta este órgão, o pâncreas, o reconhecendo como um corpo estranho, e é neste momento, que, interpretando o órgão como um inimigo, inicia o combate ao “suposto” corpo estranho.

Perna amputada devido o diabetes

Perna amputada devido o diabetes

Diante desse ataque, o sistema imunológico natural começa a destruição progressiva do pâncreas. Uma vez desencadeado este ataque ele não para, e a medicina atual ainda não possui recursos para poder freá-lo. Portanto, a destruição do órgão seguirá seu curso até paralisar totalmente a produção de insulina.

Ao ser detectada esta destruição auto-imune através de exames específicos, o tratamento começa com a administração de insulina de acordo com a quantidade necessária para o momento, sendo que esta insulina será aplicada via seringa sobre a pele, aliada à dieta alimentar. Quando chegar o momento em que o pâncreas estiver completamente destruído, a insulina aplicada através de seringa será o único tratamento eficaz, ainda assim, em conjunto com a dieta alimentar. Quando a pessoa portadora da doença segue o tratamento à risca, isto é, como deve ser feito, ela terá uma vida praticamente normal como qualquer uma pessoa sem o problema.

Diabetes Mellitus Tipo II

Quanto a questão do diabetes tipo II, “Diabetes Mellitus”, nem todas as pessoas, é claro, vão manifestar essa variável da doença. Assim como na diabetes congênita, a diabetes tipo II “mellitus”, também possui um certo grau de hereditariedade, apesar de que esta não é uma regra neste tipo II. O diabetes tipo II geralmente se manifesta depois dos 45 anos de idade.

As causas mais comuns para o surgimento dessa diabetes, normalmente se originaliza na má alimentação, excesso de açúcar, massas em geral, carboidratos, sedentarismo e na própria metabolização dos alimentos, que, depois dos 45 anos diminui sua ação. Igualmente, pessoas dadas à vícios, principalmente da bebida alcoólica e do cigarro é recomendado em particular aos diabéticos, a leitura de artigos sobre o cigarro e a oxigenação sanguínea quando se é viciado em cigarro (tabaco), por exemplo. Para tal, fica aqui a recomendação para visitas ao site: www.queroviversemdrogas.com

Segundo informações da ciência médica, de toda a população acima dos 45 anos de idade, somente 10% deve desenvolver o diabetes tipo II. Sendo assim, 90% da população dessa faixa etária está isenta de desenvolver esta afecção.

Apesar deste prognóstico não muito ruim, é recomendado para todos os cidadãos, homens e mulheres,  a partir dessa faixa etária, que façam uma consulta médica a cada 6 meses ou pelo menos uma vez por ano. Diga-se de passagem, que a diabetes gestacional pode ocorrer ou não durante a gestação. Neste caso, o acompanhamento pré-natal é de vital importância, e em regra geral, o (a) ginecologista certamente solicitará exames para a verificação dessa possível ocorrência.

A taxa ideal de glicemia no sangue gira em torno de 70 mg/dl, suportável até 126 mg/dl. Lembrando, que, ao se detectar através de exame de sangue uma taxa glicêmica entre 101 mg/dl e 126 mg/dl, este é um sinal de alerta, ou seja, é necessário que se faça um exame mais aprofundado, como a “curva glicêmica”, por exemplo.

Quanto a curva glicêmica, se ela constatar algo concreto sobre uma possível confirmação do diabetes, o profissional da saúde prescreverá ao paciente o que ele deve fazer e o que ele não deve fazer. Apesar de que num resultado acima de 101 mg/dl, o médico provavelmente já indicará uma dieta alimentar moderada, mesmo se esta taxa atingir até 126 mg/dl, mas ainda sem a prescrição de medicamentos. A diabetes tem cura? A resposta é NÃO, tanto para a diabetes tipo I como para o tipo II, exceto a diabetes gestacional, que será tratada pelo ginecologista enquanto durar a gestação, após o parto ela desaparecerá. Quanto aos outros dois tipos de diabetes, infelizmente, não tem cura, por outro lado, são perfeitamente controláveis.

Sintomas

No caso dos sintomas da diabetes tipo I e tipo II, inicialmente a doença pode estar assintomátitica (sem sintomas), mas com a evolução da síndrome, sem dúvida alguma os sintomas irão aparecer, mesmo de forma parcial. Logo abaixo segue alguns sintomas mais evidentes.

 

01-Suor sem causa aparente.

02-Mal estar vez ou outra.

03-Machucados difíceis de cicatrizar.

04-Sede fora do normal.

05-Apetite exagerado.

06-Mau hálito.

07-Excesso de urina.

08-Tonturas vez ou outra.

09-Emagrecimento sem motivo aparente.

10-Desmaios.

Diabetes não tratada

O diabetes que não recebe o devido tratamento expõe ao perigo primeiramente a saúde do paciente, em segundo lugar sua própria vida. Á seguir, alguns perigos que correm as pessoas que não tratam ou negligenciam no tratamento da doença. Os danos podem ser graves e irreparáveis. Finalmente, a diabetes gestacional não tratada coloca a vida da mãe e do bebê em perigo.

Diabetes gestacional

Diabetes gestacional

01-Amputação de membros.

02-Derrame cerebral (AVC).

03-Ataque cardíaco.

04-Cegueira parcial ou total.

05-Impotência sexual nos homens.

06-Frigidez nas mulheres.

07-Feridas que não cicatrizam ou demoram  muito tempo para cicatrizar.

08-Danos aos rins.