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A diabetes piora com o estresse e a tristeza

27/11/2017  |  Por Helio Matos

Toda pessoa portadora tanto da diabetes tipo 1, autoimune, como da diabetes tipo 2, provocada basicamente por fatores ambientais, alimentares e predisposição genética, são potenciais pacientes em ter a piora da doença quando estão passando por situações estressantes, não importando quais são os motivos, por tristezas de longo período ou por algum quadro depressivo. Outrossim, as condições elencadas acima, são portas abertas para a piora de qualquer doença ou mesmo para o desencadeamento de qualquer outro problema de saúde.

No entanto, o tema deste artigo tem o objetivo de alertar sobre as possíveis complicações que podem potencializar uma doença que atinge 17% dos brasileiros. Inclusive, a partir do ano de 2007, a incidência da diabetes aumentou 62% entre a população brasileira, principalmente a diabetes tipo 2.

A diabetes e suas complicações na saúde

Normalmente a diabetes é perfeitamente controlável, mas os descuidos de seus portadores, no que se refere ao controle da doença, infelizmente deixa muito a desejar. A diabetes tipo 1, autoimune, geralmente é descoberta quando a pessoas ainda é bastante jovem ou mesmo já na vida adulta, e em muitos casos, a síndrome tipo 1 é descoberta quando a pessoa ainda é criança.

A diabetes tipo 1 é a forma mais complicada da doença, isto porque, o pâncreas destes indivíduos, não produzem insulina, diferenciando-se dos portadores do tipo 2 da doença. Sendo assim, a pessoa ao começar a sentir os sintomas da doença, naturalmente nem desconfia que a patologia se manifestou, ou seja, a questão autoimune se desencadeou, isso pode ocorrer tanto na infância como na adolescência ou na vida adulta.

Controle da diabetes tipo 1

Controle da diabetes tipo 1

No caso da síndrome tipo 1, além da dieta alimentar, é necessário a introdução da medicação alopata, isto é, a pessoa, não importando sua idade, terá que tomar insulina injetável por toda a vida. O não cumprimento desta necessidade exigida pela doença, trará sérios comprometimentos da saúde devido a falha consciente ou não dos portadores da doença. Entretanto, uma vez cumprida essa necessidade de controle da doença, a pessoa terá uma vida praticamente saudável.

Por outro lado, não se fazendo o devido controle, as complicações são piores do que a própria doença, ou seja, poderá haver comprometimento da visão, complicações cardíacas, dificuldades nas cicatrizações de ferimentos, amputações de membros, desmaios, perda excessiva de peso, falta de energia para a realização de tarefas simples e até mesmo a morte pode se apresentar.

Neste caso, as complicações se tornam graves porque na diabetes tipo 1, o pâncreas não produz insulina, e esta situação leva o organismo a buscar energia no próprio organismo, isto é, aí entra fortemente a ação autoimune, pensando estar fazendo o certo, o cérebro comanda a captura dessas energias nos próprios órgãos do corpo, ou seja, consumindo energias dos músculos, da carne e da gordura natural do corpo, e dessa maneira, vai destruindo (consumindo) tudo que encontra pela frente, tudo simplesmente pela falta da insulina que não está sendo administrada.

Portanto, uma vez diagnosticado o que está ocorrendo devido a falta de insulina em tempo hábil, tudo poderá ser revertido em favor da saúde do paciente, apesar de que as complicações que possam ter afetado algum órgão da pessoa, infelizmente ela terá que conviver com essa ou com as possíveis sequelas devido o descuido com a doença, e na melhor das hipóteses, este é o preço que se paga pela negligência com a diabetes. Neste tópico sobre a síndrome diabética, foi abordada as explicações e alertas, em particular sobre a diabetes tipo 1.

Diabetes tipo 1 e tipo 2 precisam de controle

Neste segundo tópico, a diabetes em evidência é a do tipo 2, menos agressiva do que a do tipo 1, mas que, igualmente, requer cuidados especiais quando ela se apresenta definitivamente ou dá os primeiros sinais de sua chegada. Inclusive, tanto a diabetes do tipo 1 como a do tipo 2, por falta total ou parcial da insulina para queimar o excesso de açúcar no organismo, este excesso de açúcar será jogado na corrente sanguínea, provocando dessa forma uma calamidade no interior da corrente sanguínea.

A diabetes tipo 2, normalmente tem sua incidência devido alguns fatores, como por exemplo, idade, principalmente depois dos 45 anos, fatores ambientais, como por exemplo, sedentarismo, excesso de peso, alimentação inadequada para uma boa saúde, problemas com o metabolismo, entre outros.

Diabetes tipo 2

Diabetes tipo 2

A diabetes tipo 2, se inicia quase que invariavelmente de maneira lenta, ou seja, devido os fatores elencados acima, o pâncreas, que é o órgão encarregado de produzir a insulina que regula o excesso de açúcar no sangue, ao ser de alguma forma prejudicado, começa a diminuir a quantidade de insulina que o corpo precisa para executar a queima do excesso de açúcar na corrente sanguínea.

Para a detecção da intolerância à glicose, o exame é muito simples, e esta checagem se faz através de um exame de sangue. Quando o exame apresenta a indicação de intolerância à glicose, o profissional que solicitou o exame, dependendo do estado de saúde da pessoa, ele poderá solicitar exames mais específicos se achar necessário.

Julgando não haver a necessidade de mais exames complementares, o médico orientará o paciente sobre o que deve fazer para reverter o quadro de intolerância à glicose, geralmente quando o problema é leve, ele normalmente indicará dieta alimentar, atividades físicas e etc. Neste caso, o profissional espera que o paciente siga as orientações corretamente, porque dessa maneira não haverá a necessidade da prescrição medicamentosa.

Paciente não segue as orientações médicas

Infelizmente, por falta de conhecimentos mais aprofundados e igualmente pensar que os sinais do aumento da glicose é algo normal, 90% desses pacientes não seguem as recomendações médicas. Com o passar do tempo, estes “desligados” do perigo que estão expostos, começam a sentir os primeiros sinais mais agressivos da diabetes, na realidade estão tão desligados da desobediência médica no que se refere a doença, que sequer desconfiam de suas atitudes contra si mesmos.

Quando os sintomas da diabetes aumentam, são muito variados, exceto alguns sintomas que são próprios da doença. Os principais sintomas da diabetes tipo 2 são, por exemplo, sede fora do normal, tonturas, ferimentos que sangram mais do que o normal, mal hálito, hipertensão arterial (pressão alta), visão embaçada, urina frequente, fadiga (cansaço) sem motivo aparente, taquicardia (coração acelerado), entre outros.

Portanto, quando os sintomas se acentuam dessa maneira, mesmo não sendo todos juntos, este paciente já está pagando o preço do desleixo com sua saúde. Quando o indivíduo chega ao médico e os sintomas, após os exames confirmarem a pré-diabetes, então, o médico, além de pedir todos os exames que julgar necessários, já introduzirá antecipadamente ao paciente, medicamentos, dieta alimentar, atividades físicas e etc.

Quanto aos exames, o profissional solicitará basicamente hemograma completo, curva glicêmica, exame de urina e etc. Enquanto o paciente aguarda os resultados dos exames, o médico recomendará com mais ênfase a necessidade de seguir as prescrições indicadas. Depois dos resultados dos exames, o profissional explicará ao paciente exatamente como está seu estado de saúde, isso, no que se refere a diabetes e o que deve fazer daí por diante.

Toda pessoa portadora de diabetes, seja ela do tipo 1 ou tipo 2, deve saber que precisa cuidar de sua saúde neste caso. A doença sendo do tipo 1, a falta da produção da insulina é congênita, não importando a idade em que ela se desencadeou, sendo assim, estes pacientes do diabetes tipo 1, terão que usar insulina injetável por toda a vida.

Quanto aos portadores da diabetes tipo 2, ela começa lentamente, mas este lentamente vai depender de cada pessoa, isto é, não sendo seguidas as devidas recomendações, sem dúvida nenhuma, a diabetes vai acelerar e complicar a saúde dessas pessoas. Por fim, a diabetes precisa ser controlada, do contrário não somente virão as complicações da doença, mas igualmente a possibilidade até da morte.

Somente para ratificar (confirmar), o título dessa matéria deve ser levado a sério, porque mesmo sob a ação da medicação, se não for revertido a chamada deste título do artigo, se isto estiver ocorrendo, essa ocorrência terminará por complicar a eficácia tanto da dieta alimentar como os efeitos dos medicamentos no controle da doença.